Follixin Funciona Mesmo?Preço, onde comprar e os efeitos colaterais – Guia completo

Você gostaria de saber se o follixin funciona mesmo? Então continue lendo que hoje vamos falar em detalhares sobre um dos remédios para queda de cabelo mais procurados pelas pessoas.

Então vamos aos tópicos principais deste artigo do Blog Apart :

  • O que é (origem)?
  • Como funciona?
  • Formula e composição
  • Causa impotência?
  • Os benefícios do follixin
  • Os efeitos colaterais
  • Anvisa
  • Bula
  • Contra indicações
  • Follixin pode ser manipulado?
  • Preço e Onde comprar?
  • Como tomar o follixin?
  • Depoimentos e Resultados

Queda de cabelo: Follixin funciona mesmo?

O que é a queda de cabelo?

A perda dos cabelos é um problema comum e que atinge milhões de pessoas em todo o mundo. Em primeiro lugar é fundamental que se faça uma distinção entre queda de cabelo e calvície. Homens, em geral, são os mais afetados pela calvície ou alopecia androgenética, embora muitas mulheres também sofram deste problema.

A calvície é a falta de cabelos na cabeça e inúmeros fatores podem causar perda dos cabelos. Dependendo da causa, há maneiras diferentes de lidar com o problema. A calvície masculina, o tipo mais comum, por exemplo, tem diversos tipos de tratamento, porém muitas pessoas acabam optando por não realizar nenhum tipo de tratamento e “assumem” a própria calvície.

A perda dos cabelos pode ser progressiva, no caso da calvície masculina, mas também pode acontecer de repente, no caso da alopecia areata. Pode acometer somente o couro cabeludo, mas também pode atingir todo o corpo.

Alguns tipos de alopecia são apenas temporários, já outros são permanentes. Por outro lado, a queda de cabelo é uma queixa mais comum entre as mulheres e, quando patológica, tem diversas causas, como por exemplo doenças da tireoide, deficiência de ferro, amamentação, doenças infecciosas e autoimunes, entre outras.

A causa exata da perda de cabelo vai determinar a quantidade de cabelo perdido, a velocidade com que isso acontecerá e que locais do corpo sofrerão mais com a perda de fios.

A queda de cabelo, também pode ser o resultado de agressões externas aos cabelos ou doenças dos mais variados tipos.

Existem 2 tipos de queda de cabelo:

  • Queda de cabelo cicatricial, onde o cabelo não irá voltar a nascer, pois o bulbo capilar foi danificado;
  • Queda de cabelo não cicatricial, em que, apesar do fio de cabelo ter caído, o folículo permanece íntegro, o que permite o crescimento de um novo fio de cabelo

Causas

Perder cabelo é normal. Cerca de 50 a 100 fios de cabelo caem da cabeça de todas as pessoas diariamente – o que não é muita coisa comparada aos mais de 100 mil fios sobre nosso couro cabeludo.

Conforme vamos envelhecendo, nossos fios de cabelo vão se tornando cada vez mais finos e rarefeitos. No entanto, muitas pessoas apresentam uma perda de cabelos mais acentuada, o que pode ser um sinal de algum problema de saúde mais grave.

Mas, mesmo em casos muito acentuados, aqueles que sofrem com perda dos cabelos não têm motivo para pânico: esse quadro não leva à calvície, pois todos os cabelos que caem serão repostos por novos fios!

Mudanças hormonais e no metabolismo podem levar à queda de cabelo temporária, o que justifica boa parte dos casos de mulheres que apresentam o problema. Essas mudanças podem ocorrer durante a gravidez ou parto, devido à irregularidade no uso de pílulas anticoncepcionais e também na menopausa.

Além disso, causas médicas também podem levar à queda de cabelo, como problemas na tireoide (órgão endócrino que regula os níveis de hormônio no organismo), alopecia (quando o sistema imune ataca os folículos capilares e causa a queda de vários tufos de cabelo ao mesmo tempo), infecções no escopo cabeludo (a exemplo de micoses) e outras doenças da pele (como lúpus e líquen plano).

Medicamentos também podem causar o problema, como os usados em quimioterapias, no caso de tratamento de câncer, e remédios para artrite, depressão, problemas cardíacos e pressão alta.

Estresse físico ou emocional relacionados ou não a uma experiência traumática podem deflagrar o quadro de alopecia areata.

Já a causa mais comum de calvície, como dissemos anteriormente, é a hereditariedade. Tanto homens quanto mulheres podem herdar este problema de seus pais. Isso acontece porque os hormônios sexuais são responsáveis pela miniaturização dos fios de cabelo em algumas pessoas. Este problema, bem mais comum em homens, começa geralmente na puberdade e se agrava conforme os anos passam.

Por fim, a tricotilomania, doença em que a pessoa arranca os fios com as mãos descontroladamente, pode ser responsável por falhas no couro cabeludo e pelos da barba.

Conheça algumas causas para queda de cabelo:

Dietas rígidas

Dietas muito restritivas (que proíbem ou diminuem demais o consumo de alguns tipos de alimentos) podem causar deficiências nutricionais sérias – e o cabelo pode ser um dos primeiros afetados.

O corpo utiliza uma série de substâncias (proteínas, minerais, lipídeos, etc) para manter os nossos folículos capilares funcionando. Esses recursos também são necessários em outras partes do corpo, portanto se algum deles estiver faltando, o organismo prioriza os órgãos e sistemas mais importantes.

O cabelo é um dos últimos da fila: se não tiver nutriente pra todo mundo, provavelmente ele é que vai ficar sem.

Por isso, desconfie sempre de dietas “mágicas” ou muito radicais – o seu cabelo é que pode acabar pagando o preço. Continue lendo para conhecer alguns dos desequilíbrios nutricionais mais comuns nos casos de queda de cabelo.

Perda de peso

A queda de cabelo associada a uma grande perda de peso pode ter várias explicações. Uma delas é que o emagrecimento pode ter sido causado por uma dieta muito radical, como acabamos de ver, ou por um quadro de hipertireoidismo.

Pode ser também um caso de eflúvio telógeno, um tipo de queda de cabelo temporária que pode acontecer quando o corpo passa por qualquer grande mudança ou impacto. Nesse caso, a tendência é que o cabelo pare de cair assim que o corpo se estabiliza com o novo peso.

Falta de proteínas

Como o nosso cabelo é feito de proteínas (mais especificamente de queratina), é possível que baixos níveis de proteína na alimentação possam prejudicar a produção normal dos fios.

Esse não é um problema muito comum, porque a nossa alimentação normal costuma ser rica em proteína, mas pode acontecer nos casos de dietas que restrinjam alguns alimentos, de transtornos alimentares (como anorexia e bulimia) ou da síndrome da má absorção.

Os vegetarianos também devem ficar atentos: como grande parte das fontes de proteína é de origem animal (carne, peixe, frango, ovos, leite e derivados), pode ser necessário compensar a ausência de alguns desses alimentos com outras opções (como a soja, o feijão e a lentilha, por exemplo).

Tenha cuidado com os suplementos de proteína. Eles costumam ser voltados para pessoas que praticam atividades físicas intensas, e são fáceis de encontrar no mercado, mas o excesso de proteína no organismo pode causar problemas (como náusea, diarréia e danos aos rins), portanto o ideal é consumi-los apenas com acompanhamento médico.

Pelo mesmo motivo, é bom ter cuidado também com as dietas de alto consumo de proteína (com redução acentuada de carboidratos ou outros grupos alimentares). Consulte um nutricionista antes de pensar em fazer qualquer alteração radical na sua alimentação.

Falta de ferro

Muitas pessoas que têm queda de cabelo também apresentam níveis baixos de ferro. A ciência ainda não conseguiu estabelecer com clareza qual é a relação entre as ocorrências, mas muitos especialistas observam melhoras significativas na queda de cabelo dos pacientes quando os níveis de ferro são melhorados (e vários médicos acreditam que não é preciso estar anêmico para se beneficiar desse tipo de medida).

Na dúvida, melhor tomar um suplemento de ferro, certo? Errado! O excesso de ferro no sangue também causa problemas muito sérios, portanto qualquer tipo de suplementação deve ser sempre acompanhada por um médico.

 

Se você suspeita que pode estar com deficiência de ferro (outros sintomas associados são cansaço, desânimo, dores de cabeça, falta de fôlego e palidez das mucosas), o primeiro caminho é buscar solucionar o problema naturalmente, pela alimentação. Carne vermelha, feijão, lentilhas, tofu e espinafre são algumas opções de boas fontes naturais de ferro (e acredita-se que, quando associada à vitamina C, a absorção do ferro é ainda maior).

Falta de vitaminas do complexo B

O chamado complexo B envolve uma série de vitaminas:

  • B1 (Tiamina)
  • B2 (Riboflavina)
  • B3 (Niacina)
  • B5 (Ácido pantotênico)
  • B6 (Piridoxina)
  • B7 (Biotina)
  • B9 (Ácido fólico)
  • B12 (Cobalamina)

 

Elas participam dos processos digestivos, do desenvolvimento muscular e da saúde de várias partes do corpo (como fígado, nervos, olhos, pele e cabelos), além de ajudar a prevenir a falta de ferro (que também pode estar ligada à queda de cabelo).

As vitaminas do complexo B são encontradas nos derivados do leite, ovos, carne, fígado, cereais, legumes e verduras. Uma alimentação diversificada fornece os níveis necessários, mas algumas dietas restritivas podem causar deficiência de alguma das vitaminas. A B12, por exemplo, é encontrada principalmente nos produtos de origem animal, portanto muitos vegetarianos acabam precisando de suplementação.

Pessoas que fizeram cirurgia bariátrica ou que tenham outros problemas de absorção de nutrientes podem desenvolver deficiência de várias vitaminas. É recomendável conversar com o seu médico e avaliar a necessidade de consumir algum suplemento ou fazer alterações na alimentação para compensar esse efeito.

Alguns dos complexos vitamínicos mais utilizados para fortalecer os cabelos e as unhas, como o Pantogar e o Imecap Hair, têm algumas vitaminas do tipo B em sua fórmula. Acredita-se que a correção da deficiência dessas vitaminas possa ser um dos segredos do seu sucesso.

 

Excesso de vitamina A

A vitamina A é importantíssima para a nossa visão, para a saúde da pele, do sistema imunológico e uma série de outras funções. Mas a hipervitaminose A (excesso da vitamina no organismo) pode acabar causando queda de cabelo (além de outros sintomas como diminuição do apetite, pele seca, tonturas, dores de cabeça e danos ao fígado).

É extremamente difícil ter excesso de vitamina A apenas com a alimentação normal (a menos que você seja um esquimó e consuma grandes quantidades de fígado de animais todo dia  ). A maior parte dos casos atuais de hipervitaminose A é associada ao consumo excessivo de suplementos vitamínicos e a alguns medicamentos (como os retinóides, que são derivados da vitamina A).

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Falta ou excesso de iodo

 

O iodo é um mineral fundamental para o funcionamento da tireóide. A sua falta ou excesso podem agravar quadros de hipotireoidismo ou hipertireoidismo, e ambos os problemas estão relacionados à queda de cabelo, portanto é importante manter os níveis de iodo bem equilibrados.

A deficiência de iodo é muito rara atualmente. Ele está presente em alguns alimentos que consumimos regularmente (como peixes e frutos do mar, ovos, leite e fígado), e também é inserido no nosso sal de cozinha. Baixos níveis de iodo costumam ser resultado de dietas muito restritivas, e níveis elevados normalmente acontecem devido a suplementação excessiva ou consumo exagerado de alimentos como algas e mariscos.

 

Falta ou excesso de selênio

O selênio é fundamental para o crescimento dos queratinócitos (células que formam os fios de cabelo), e também pode melhorar os quadros de caspa (uma das possíveis envolvidas nos quadros de queda). Ele é encontrado nos grãos (trigo, arroz, milho), peixes e frutos do mar, fígado, carnes e aves, mas nenhuma dessas fontes supera a castanha do pará, que é riquíssima em selênio.

Vale inclusive um alerta: evite consumir mais do que duas ou três castanhas por dia, pois o excesso de selênio também pode fazer os cabelos caírem. Cuidado também com os suplementos, que podem acabar elevando as taxas muito acima do nível ideal.

 

Falta ou excesso de zinco

O zinco participa do processamento das proteínas no nosso corpo e da síntese do DNA, duas funções importantes para a reprodução das células no folículo capilar. Ele também é utilizado na produção dos hormônios da tireóide, e em alguns casos o tratamento do hipotireoidismo pode não resolver a queda de cabelos até que os níveis de zinco sejam normalizados.

O zinco também é importante na produção da testosterona, mas parece ter algum efeito inibidor na conversão do hormônio em di-hidrotestosterona, a versão que é responsável pela alopecia androgenética. Ou seja, é possível que quem sofre com a calvície clássica também possa se beneficiar com a melhora dos níveis de zinco no organismo.

Algumas fontes naturais de zinco são as ostras, carne vermelha, fígado, ovos, castanhas, mariscos, camarões e alguns produtos de soja. Quem não atinge os níveis recomendados apenas através da alimentação pode se beneficiar de suplementação de zinco, mas é preciso cuidado porque o excesso pode prejudicar a absorção de outros nutrientes, como o ferro e o cobre, e acabar piorando a queda de cabelo.

 

Banho muito quente

Muita gente adora um banho escaldante, principalmente nos meses mais frios. Mas se você é uma dessas pessoas, saiba que isso pode estar prejudicando o seu cabelo. A água quente demais pode deixar os fios ressecados e com as cutículas abertas (o que faz com que eles fiquem mais frágeis), além de irritar a pele do couro cabeludo.

Nos casos em que a queda de cabelo está associada a algum tipo de infecção (como a caspa ou a psoríase, por exemplo), a água muito quente pode acabar piorando o quadro e acelerar mais ainda a perda dos fios.

 

Excesso de força no manuseio dos fios

Duas coisas que muita gente acha normal, mas que a partir de hoje você não deve aceitar mais:

  • Sentir dor ao desembaraçaros cabelos;
  • Ficar com o pescoço tenso pra evitar que a cabeça seja puxada pra trás enquanto alguém faz uma escovano seu cabelo.

 

Usar força demais para manusear o cabelo pode causar tensão demais na raiz dos fios e causar alopecia por tração: o trauma físico sofrido repetidamente pelos fios pode fazer com que eles parem de nascer.

Pra desembaraçar, o ideal é começar pelas pontas, depois desembaraçar do meio pras pontas, e só por último pentear desde a raiz. Jamais fique puxando o pente pra baixo com força (isso só serve para arrancar alguns fios e arrebentar os outros!). Se o cabelo estiver muito embolado, aplique um óleo capilar para ajudar a lubrificar e soltar os fios.

Para fazer escova, o melhor é retirar ao máximo o excesso de umidade antes de começar (para reduzir o tempo em que o cabelo fica tensionado durante o procedimento) e trabalhar com mechas pequenas (que permitem mais controle e não exigem tanta força para ficarem esticadas).

Penteados apertados

Rabos de cavalo muito apertados, coques como os das bailarinas e penteados com tranças muito rentes ao couro cabeludo causam muita tensão nos fios, o que pode fazer com que eles sejam arrancados dos folículos. A longo prazo, é possível que surja alopecia por tração.

Atenção também aos acessórios utilizados para prender o cabelo, como elásticos, presilhas e fivelas. Além de os modelos muito apertados aumentarem a tensão nos cabelos, alguns podem danificar também a estrutura dos fios, dobrando-os e fazendo com que se quebrem. Prefira os modelos encapados com tecido, sem pontas ou laterais muito afiadas.

 

Química muito agressiva

Os descolorantes, tinturas e alisamentos químicos mexem com a estrutura dos fios, abrindo a cutícula capilar e dando acesso ao córtex. Durante a realização desses procedimentos o cabelo fica extremamente exposto e frágil, e se eles não forem feitos corretamente os fios podem ficar opacos, porosos, ressecados e quebradiços. Para evitar esse risco, procure sempre um profissional confiável e faça um teste numa mecha pequena antes de aplicar o produto no cabelo inteiro.

Vale a pena mencionar à parte os alisantes que utilizam formol ou glutaral. Nenhum deles é autorizado pela Anvisa, pois podem causar danos sérios à saúde. Queda de cabelo, ardência nos olhos e irritação na pele do couro cabeludo e nas mucosas da boca e do nariz são os menores problemas: essas substâncias já foram associados até mesmo ao desenvolvimento de alguns tipos de câncer. A saúde dos seus cabelos não vale esse risco.

 

Período menstrual

Algumas mulheres costumam ter queda de cabelo mais acentuada durante o período menstrual. Isso pode ter a ver tanto com a flutuação hormonal do período quanto com a perda de sangue (principalmente se o fluxo for muito intenso), que pode intensificar um quadro de deficiência de ferro (mineral que também é fundamental para o crescimento dos cabelos).

Se o caso for brando, pode ser que um reforço na alimentação consiga aumentar os níveis de ferro e reduzir a queda dos fios. Nos quadros mais severos, é interessante conversar com um médico (ginecologista ou endocrinologista) e avaliar se os níveis hormonais estão dentro do normal. Irregularidades no ciclo menstrual podem ser um sintoma da síndrome do ovário policístico, que também pode estar relacionada à queda de cabelo.

 

Síndrome do ovário policístico

Uma das características da síndrome do ovário policístico é a produção de hormônios androgênicos em níveis maiores que o normal. Alguns desses hormônios estão associados à alopecia androgenética (que causa a maioria dos casos de calvície), e podem favorecer a queda de cabelos.

Outros sintomas comuns são acne, hirsutismo (desenvolvimento acentuado de pelos no corpo), ganho de peso e irregularidades menstruais. Se você suspeita que pode ser esse o seu caso, procure um ginecologista. Assim que o diagnóstico for confirmado e a síndrome for tratada, a queda de cabelos deve ser resolvida.

Em alguns casos a síndrome do ovário policístico pode estar associada a outros problemas, como diabetes, hipertensão, hipotireoidismo, psoríase e transtornos alimentares. Como essas ocorrências também têm relação com a queda de cabelo, vale investigar se alguma delas pode ser a real causadora do problema.

 

Anticoncepcionais

As pílulas anticoncepcionais têm combinações diferentes de hormônios que inibem a ovulação, e podem provocar a queda de cabelos por várias razões.

Em algumas pessoas isso acontece como uma reação ao medicamento (da mesma forma que é observado com outros remédios). Em outros casos é o perfil hormonal da pílula que afeta os cabelos. Acredita-se que as fórmulas com predominância de progesterona podem estimular a manifestação da alopecia androgenética se a pessoa já tiver tendência. Já as pílulas com maior proporção de estrógeno podem ter o efeito contrário: proteger o cabelo da queda e incentivar o seu crescimento. Nesse caso, é possível que haja queda de cabelo quando o uso da pílula é interrompido.

A decisão de tomar pílulas anticoncepcionais deve ser discutida com o seu ginecologista e baseada em diversos outros fatores (nunca pensando apenas nos cabelos). Em alguns casos a queda só acontece quando o tratamento está sendo iniciado ou terminado, e depois se resolve normalmente. Se o seu quadro for mais persistente, vale conversar com o seu médico e avaliar a possibilidade de trocar de pílula ou adotar outros tratamentos.

Um alerta importante: a combinação entre anticoncepcionais e cigarro, além de piorar ainda mais a queda de cabelos, também eleva o risco de trombose e derrame cerebral.

 

Gravidez

Na maioria dos casos, a gravidez faz muito bem para o cabelo (a queda de cabelo é mais comum no período pós parto). Os hormônios que ficam exaltados durante a gestação tendem a deixar os fios mais densos e brilhantes, fazendo com que eles caiam menos que o normal. Mas algumas mulheres observam o efeito contrário, perdendo mais cabelo durante a gravidez.

Isso pode ser tanto uma reação do organismo às mudanças geradas pela gravidez quanto a manifestação de algum outro problema, como alguma deficiência nutricional. É possível que a montanha russa hormonal da gestação interfira na manifestação de hipotireoidismo ou hipertireoidismo, condições que podem levar à fragilização e queda dos cabelos. A ocorrência de diabetes gestacional também pode ter a ver com o problema.

O ideal é procurar o seu médico e eliminar as suspeitas. Ele deve orientar caso haja necessidade de tratar alguma doença ou de fazer adaptações na alimentação (incluindo o uso de suplementos). Caso a queda de cabelo não esteja relacionada a esses fatores, o ideal é aguardar e observar se o quadro irá se normalizar após a gravidez e o período pós parto (o que costuma acontecer na maioria das vezes).

 

Pós parto

Uma gravidez é sempre uma revolução no corpo da mulher, e o organismo leva um tempo para se recuperar totalmente após o parto. É bastante comum apresentar queda de cabelo nos seis meses após o nascimento do bebê. Trata-se de uma reação normal do corpo à flutuação hormonal associada à gravidez, que tende a se resolver normalmente depois deste período.

O que muitas mulheres observam como queda de cabelo pós parto é, na verdade, apenas o cabelo voltando ao normal depois da gravidez (período em que os fios costumam ficar mais densos e cair menos que o comum). Porém, em alguns casos pode haver surgimento de hipotireoidismo e hipertireoidismo pós parto, que podem enfraquecer e acentuar a queda dos cabelos. Procure o seu médico para tirar a dúvida e realizar o tratamento, se for necessário.

A amamentação não tem nenhuma relação com a queda dos fios, mas como a produção de leite exige vários nutrientes do corpo da mãe, é fundamental ter uma alimentação rica e balanceada para evitar qualquer deficiência nutricional (que pode prejudicar tanto a qualidade do leite quanto a saúde da mãe – o que também pode interferir na perda de cabelos).

 

Menopausa

Acredita-se que as mulheres manifestam a alopecia androgenética mais tarde que os homens porque os hormônios femininos protegem os folículos da ação do DHT (hormônio que provoca a calvície). Como a produção desses hormônios é reduzida a partir da menopausa, os fios podem ficar mais vulneráveis à queda.

A terapia de reposição hormonal pode ajudar a evitar esse efeito, mas é uma opção que deve ser considerada com o seu médico pesando todos os fatores relacionados à sua saúde (e não apenas à queda de cabelo). Outras alternativas são os diversos tratamentos disponíveis para a alopecia androgenética feminina.

 

 

Anabolizantes

Os esteróides anabolizantes são substâncias derivadas ou com funções similares à testosterona, o principal hormônio masculino. Eles podem ser receitados para corrigir níveis baixos do hormônio no organismo, mas muita gente usa anabolizantes para melhorar a performance atlética e o crescimento muscular.

A alopecia androgenética é causada exatamente por um hormônio derivado da testosterona, chamado di-hitrotestosterona (ou DHT). Isso significa que se você tem predisposição à calvície, um anabolizante pode acelerar o surgimento dela.

Verdade seja dita: a queda de cabelos é o problema menos importante quando o assunto é anabolizante. Estamos falando de substâncias que podem causar danos ao fígado, aumento da pressão arterial e do colesterol, maior risco de problemas cardíacos, formação de coágulos sanguíneos e até mesmo estímulo ao crescimento de células cancerígenas.

Então, a menos que eles estejam sendo utilizados com orientação médica para corrigir um desequilíbrio hormonal, é melhor repensar o uso de esteróides anabolizantes. Existem inúmeras opções pra estimular a performance física e o ganho de massa muscular que não comprometem a sua saúde – nem a dos seus cabelos.

 

Antibióticos

Existem três hipóteses principais sobre o que faz alguns antibióticos provocarem queda de cabelo. Uma delas associa a reação ao impacto que praticamente qualquer medicamento pode causar no organismo, ou a alguma reação a um dos componentes do remédio.

Alguns antibióticos podem afetar as células vermelhas do sangue e reduzir os níveis de ferro e de algumas vitaminas do complexo B. Como as duas substâncias são importantes para o crescimento dos cabelos, a sua redução pode ser o que dispara a queda dos fios.

A terceira hipótese é a de que não seria o antibiótico, mas sim a própria doença que ele está combatendo que estaria fazendo o cabelo cair (como o corpo está concentrado em derrotar o agente invasor e se recuperar, o crescimento do cabelo é colocado em segundo plano).

Nos três casos, o mais importante é notar que a queda de cabelo é temporária: assim que a doença é curada e o medicamento é suspenso, o cabelo deve se recuperar normalmente. O maior problema são os antibióticos tomados por longos períodos: nesses casos, pode ser útil conversar com o seu médico e avaliar a possibilidade de mudar a dosagem ou o tipo de antibiótico tomado.

 

Anticoagulantes

Os medicamentos anticoagulantes como a varfarina, heparina, e ácido acetilsalicílico (Aspirina) são utilizados para prevenir a formação de coágulos sanguíneos nos casos em que existe histórico ou predisposição a desenvolvê-los (casos de infarto, acidente vascular cerebral – AVC, angina, entre outros).

Essa classe de remédios pode afetar negativamente os níveis de ferro no organismo, principalmente quando consumidos durante longos períodos, o que poderia influenciar na queda de cabelo. O ideal é procurar um médico e verificar se existe necessidade de adaptar a alimentação ou utilizar suplementos para corrigir os níveis de ferro. Ou, se o problema não for esse, analisar a possibilidade de mudar o medicamento ou a dosagem para tentar amenizar os efeitos.

 

Anticonvulsivantes

Utilizados na prevenção e controle dos quadros de convulsão, epilepsia e transtorno bipolar, os remédios anticonvulsivantes (ou anticonvulsivos) podem ter alguns efeitos colaterais que afetam a pele (vermelhidão, reações alérgicas, coceira, entre vários outros).

A queda de cabelo pode surgir associada a essas reações ou por causa de outro possível efeito colateral dos medicamentos, que é a redução de algumas vitaminas importantes para os cabelos (como as do complexo B). Analise o caso com o seu médico e verifique as adaptações possíveis (tanto na alimentação quanto na medicação).

 

Antidepressivos

Os antidepressivos são utilizados no tratamento da depressão, transtorno obsessivo-compulsivo, ansiedade, transtornos alimentares, distúrbios do sono, entre várias outras doenças. Eles interferem no processamento dos neurotransmissores, substâncias que participam da comunicação dos impulsos nervosos e regulam uma série de aspectos no nosso corpo, como a fome, o sono, a temperatura e a atividade sexual.

 

Qualquer interferência relacionada a essas substâncias gera impactos significativos no organismo, e esse choque pode ser a causa da queda de cabelo. Em algumas situações os fios podem até mudar de cor ou de textura (ficar mais claros, escuros ou cacheados, por exemplo).

A queda de cabelo associada aos antidepressivos é classificada como eflúvio telógeno e costuma ser apenas temporária. Em alguns casos ela acontece somente durante a adaptação do organismo ao novo medicamento, e se resolve sozinha depois de alguns meses. Outros quadros mais persistentes podem ser solucionados com a substituição do medicamento (por um de outra marca ou com outros princípios ativos) ou com a mudança da dosagem. O ideal é conversar com o seu médico sobre as opções disponíveis para o seu tratamento.

 

Anti-hipertensivos

Alguns medicamentos utilizados no tratamento da pressão alta (como os beta-bloqueadores) também podem provocar queda de cabelo. Porém, como a própria hipertensão pode ser a causadora do problema, é preciso primeiro garantir que a doença esteja sob controle, para só então suspeitar dos remédios e avaliar com o seu médico as opções de adaptação no tratamento.

Curiosamente uma das substâncias mais utilizadas no combate à queda de cabelo, o minoxidil, era utilizada inicialmente apenas como medicamento para a hipertensão (conhecido pelo nome comercial de Loniten). Ou seja, nem todos os anti-hipertensivos fazem mal para o cabelo – alguns podem ser exatamente a solução do problema!

Antiinflamatórios não esteróides

Os antiinflamatórios não esteróides são medicamentos comuns para o alívio de inflamações, dor e febre, e muito utilizados contra dores de cabeça, dores musculares, artrite e mesmo em gripes e resfriados. Alguns dos mais comuns são o ibuprofeno (Advil), ácido acetilsalisílico (Aspirina), diclofenaco (Voltaren, Cataflam) e paracetamol (Tylenol).

É bastante improvável que o uso eventual desses medicamentos cause algum efeito sobre os cabelos. Os maiores riscos envolvem doses maiores ou períodos mais prolongados, e mesmo nesses casos pode ser que a queda de cabelo surja apenas no início do tratamento, desaparecendo depois que o corpo se acostuma com o remédio. Se a queda for persistente, o seu médico pode testar outros medicamentos ou mudar a dosagem para tentar aliviar esse efeito.

 

Beta-bloqueadores

Os beta-bloqueadores, ou bloqueadores beta-adrenérgicos, são substâncias utilizadas no tratamento da hipertensão, arritmias, glaucoma, na proteção do coração após episódios de infarto, entre outros casos.

Apesar de serem utilizados em alguns casos de hipertireoidismo (que é uma doença que pode interferir na queda dos cabelos), os beta-bloqueadores tendem a tratar apenas alguns dos sintomas (como aumento da ansiedade, tremores, etc), não interferindo muito nos níveis dos hormônios da tireóide no organismo.

A queda de cabelo costuma durar apenas enquanto o medicamento está sendo tomado, mas nos casos em que o tratamento é de longo prazo vale conversar com o seu médico para eliminar a suspeita de outras causas para o problema (nos casos de hipertensão a queda pode estar associada a baixos níveis de zinco, por exemplo), ou discutir a possibilidade de fazer adaptações no tratamento. Vale lembrar que outros remédios anti-hipertensivos também podem estar por trás da queda de cabelo.

 

 

Corticóides

Os corticóides são uma classe de antiinflamatórios utilizados no tratamento de alergias, inflamações e doenças autoimunes. Eles são ferramentas poderosas no combate a algumas doenças que causam queda de cabelo, como o lúpus e a alopecia areata.

A diferença entre herói e vilão, nesse caso, está na dose. Níveis muito grandes de corticóides no organismo podem provocar a síndrome de Cushing, que pode causar queda de cabelo. Nesses casos o ideal é conversar com o seu médico e avaliar a possibilidade de reduzir as doses ou testar um medicamento diferente.

 

Quimioterapia e Radioterapia

câncer é uma doença (ou um conjunto delas, na verdade) em que um grupo de células começa a se reproduzir de forma descontrolada, podendo afetar os tecidos da região onde se encontra ou se alojar em outras partes do corpo.

Os medicamentos utilizados no tratamento da doença não sabem distinguir o que é câncer e o que não é: o que eles fazem é atacar as células que têm a característica de se multiplicarem rapidamente. O problema é que os folículos capilares também envolvem multiplicação intensa de células na produção dos fios, e muitas vezes são afetados pelos tratamentos.

 

Alguns medicamentos podem causar a queda de todos os fios (não só da cabeça, mas também de outras partes do corpo), outros apenas tornam os cabelos mais ralos e frágeis, podendo alterar também a sua cor e textura.

radioterapia é um procedimento mais localizado e só costuma afetar as células da região tratada, portanto só provoca queda de cabelo nos casos em que o câncer se encontra na cabeça.

 

Assim que a quimioterapia ou radioterapia é encerrada, os folículos capilares se recuperam normalmente e retomam o crescimento dos fios. Vários médicos recomendam o uso de tônicos de minoxidil para ajudar nessa recuperação. As próteses capilares são ótimas opções para cobrir as áreas calvas até que o cabelo natural volte a crescer normalmente.

Remédios para colesterol

Um dos tipos de remédio mais utilizados no combate aos altos níveis de colesterol são as estatinas, mas um possível efeito colateral do seu uso é o aumento da queda de cabelo. Pode ser que isso aconteça como reação do corpo ao medicamento (caso clássico de eflúvio telógeno), mas talvez a “culpa” seja exatamente da redução do colesterol: ele é importante para a produção dos hormônios do nosso corpo, e a flutuação dos seus níveis pode ter efeitos nos cabelos (como na queda de cabelo pós-parto, na menopausa ou na alopecia androgenética clássica).

 

O controle do colesterol é importantíssimo para evitar bloqueios nas veias e artérias e reduzir o risco de infarto ou acidente vascular cerebral, por exemplo. Portanto, nunca se deve suspender a medicação por conta própria apenas porque os cabelos estão caindo. É preciso primeiro garantir que os medicamentos são os verdadeiros culpados pela queda de cabelo (verificar a saúde da tireóide, os níveis dos hormônios no corpo, se existe alguma deficiência nutricional, etc). Converse com o seu médico sobre as opções disponíveis para o seu tratamento.

Remédios para diabetes

Existem diversos medicamentos para a diabetes, mas nem todo mundo reage bem a todos eles. Praticamente qualquer remédio pode desencadear o eflúvio telógeno, mas nesse caso pode haver um segundo complicador: alguns medicamentos utilizados no tratamento da diabetes podem reduzir a absorção de algumas vitaminas, principalmente do complexo B, o que pode ser a causa da queda de cabelo. Essas vitaminas também interferem na absorção do ferro, outro componente fundamental para evitar que os fios caiam.

 

Em primeiro lugar é preciso garantir que não é a própria diabetes que está provocando a queda. Se mesmo com a doença estabilizada o cabelo continua a cair, é possível avaliar com o seu médico a possibilidade de realizar adaptações na medicação ou investigar se o caso envolve deficiências nutricionais.

Remédios para gota

A gota é uma doença relacionada ao aumento dos níveis de ácido úrico no sangue. O depósito dos cristais formados pelo ácido nas articulações pode causar dor e inflamação.

Alguns dos remédios utilizados no tratamento da gota, como o alopurinol e a colchicina, podem ter como efeito colateral a queda ou a mudança na coloração do cabelo, mas essas manifestações não são muito frequentes. É comum controlar a inflamação com uso de alguns corticóides e antiinflamatórios não esteróides, que também podem fazer o cabelo cair mais que o normal. O uso de anticoagulantes pode piorar os dois quadros (o de gota e o de queda).

 

Algumas outras doenças podem afetar com mais frequência as pessoas que têm gota, como anemiapsoríase, hipotireoidismo, pressão alta e diabetes, e elas também podem ser causadoras da queda de cabelo, portanto vale investigar o caso com cuidado. Fale com o seu médico sobre fazer exames para descartar os suspeitos e testar variações nos medicamentos para identificar os verdadeiros “culpados”.

Remédios para tireóide

Tanto o hipotireoidismo quanto o hipertireoidismo podem produzir queda acentuada de cabelo, e o tratamento para normalizar a atividade da tireóide geralmente resolve esses casos. Porém, se a dosagem do medicamento não for bem regulada, ele pode acabar causando o efeito inverso: um quadro de hipotireoidismo pode se transformar em hipertireoidismo e vice-versa (o que pode fazer a queda de cabelos retornar).

 

Para evitar esse efeito, é necessário que as pessoas recebendo tratamento para a tireóide sejam acompanhadas regularmente por um médico, fazendo exames periódicos para avaliar se há necessidade de aumento ou diminuição na dosagem dos remédios.

Retinóides

Em tese, os retinóides podem tanto aumentar quanto diminuir a queda de cabelo. São substâncias que interferem na regulação do crescimento das células da pele, e são bastante utilizadas no tratamento da acne e da psoríase. A tretinoína, a isotretinoína (princípio ativo do Roacutan) e o adapaleno são alguns dos retinóides mais conhecidos.

 

Acredita-se que a ação desses medicamentos na pele possa interferir na atividade dos folículos capilares, mas existe outra pista que pode ser importante: os retinóides são formados a partir da estrutura da vitamina A (cujo excesso também é associado à queda de cabelo).

Curiosamente, alguns estudos apontam que o uso de retinóides tópicos (como cremes, loções ou géis, aplicados superficialmente sobre a pele) pode inibir a queda de cabelo, principalmente quando associado ao uso de loções de minoxidil: aparentemente eles aumentam a sensibilidade da pele, ampliando os efeitos do tratamento.

 

Isso pode sugerir que o tratamento sistêmico (que age dentro do organismo, como os comprimidos) tem maiores chances de provocar queda de cabelo que o tratamento tópico. De qualquer forma, se você utiliza medicamentos com retinóides, vale conversar com o seu médico para avaliar quais alternativas podem ser adotadas.

Cirurgia

Uma cirurgia gera sempre um impacto para o organismo, e já vimos que é comum surgir um quadro de eflúvio telógeno nessas situações. Quanto maior a cirurgia, maior também a chance de esse tipo de reação acontecer.

Algumas pessoas acreditam que o método anestésico poderia ter uma participação importante nesses casos, principalmente a anestesia geral: em teoria, ela manteria apenas os processos fundamentais do corpo funcionando, e deixaria os demais (como a produção dos cabelos) em stand-by. Esse “desligamento” temporário poderia fazer com que os folículos entrassem prematuramente na fase telógena, provocando a queda acentuada dos fios.

 

Seja esse o caso ou não, o fato é que os quadros de queda de cabelo após uma cirurgia tendem a se resolver normalmente nos meses seguintes, quando o corpo se recupera. Uma possível exceção para essa regra são as cirurgias que envolvem o sistema digestivo (como a redução de estômago ou remoção de parte do intestino, por exemplo): algumas delas podem provocar a síndrome da má absorção e prejudicar o crescimento dos cabelos. Nesses casos, é preciso conversar com o seu médico para avaliar as suplementações ou adaptações alimentares que podem ser necessárias.

 

Um tipo diferente de calvície associada a cirurgias é a que surge em algumas cicatrizes. Em alguns desses casos é possível fazer um transplante capilar para recuperar a área atingida.

 

Diabetes

A ocorrência de queda de cabelo em pessoas com diabetes (doença relacionada ao aumento dos níveis de açúcar no sangue) é comum, mas os motivos podem ser vários:

  • Acirculação sanguínea pode ficar prejudicada, o que compromete o fornecimento de nutrientes para os folículos capilares e faz com que eles reduzam a sua atividade.
  • Outras doenças, como asíndrome de Cushing, a hipertensão, o hipertireoidismo e a síndrome do ovário policístico podem estar relacionadas ao surgimento da diabetes – e também da queda de cabelos.
  • Alguns medicamentos, como oscorticóidesbeta-bloqueadores e anti-hipertensivos, podem interferir na manifestação da doença. Além disso, vários diabéticos utilizam remédios para regular o colesterol. Todos eles podem ter relação com a queda dos fios – inclusive alguns dos medicamentos voltados para o tratamento da própria diabetes.
  • Níveis baixos de algumasvitaminas são frequentes nos diabéticos (e também nas pessoas que têm queda de cabelo).
  • Algumas mulheres desenvolvem o que se chama dediabetes gestacional, que pode ser a causa da perda de cabelo durante a gravidez. O quadro requer tratamento, mas pode ser apenas temporário.
  • Às vezes o própriostress emocional relacionado à doença pode ser um gatilho para fazer os cabelos caírem.

 

Com tantos elementos que podem interferir no problema, pode parecer muito difícil determinar exatamente qual (ou quais) deles é o verdadeiro culpado. O mais importante é, primeiramente, manter a doença sob controle. Inicie o seu tratamento, siga as recomendações do seu médico e observe o que acontece.

Se a normalização dos níveis de açúcar no sangue não resolver o problema, você pode começar a investigar os demais suspeitos. Converse com o seu médico sobre possíveis adaptações nos medicamentos, mudanças na sua alimentaçãosuplementos nutricionais e outras alternativas.

 

Vale frisar que os cuidados com a diabetes podem ter de ser intensificados com a chegada da menopausa. Outro alerta: o tabagismo em diabéticos, além de intensificar a queda de cabelo, pode causar sérios riscos à saúde.

 

Doenças agudas

Pode parecer mentira, mas até uma gripe pode fazer você perder cabelo! Qualquer episódio severo de uma doença aguda, como uma infecção causada por vírus ou bactérias, pode fazer com que o seu corpo entre em estado de alerta e recuperação. Como já vimos, uma das maneiras que o organismo tem de reagir a esses quadros é concentrar todos os seus recursos na cura da doença – e as funções menos importantes, como o crescimento dos cabelos, ficam em segundo plano.

É bom prestar atenção porque na maioria dos casos os cabelos só começam a cair alguns meses depois do episódio. Talvez aquela amigdalite que você teve um tempo atrás pode ser a culpada pelos fios que você está perdendo agora.

É um caso clássico de eflúvio telógeno, que tende a se resolver normalmente depois que o organismo se recupera, então não há muito o que fazer além de esperar. É normal que os quadros levem até seis meses para serem estabilizados – se a sua queda de cabelo permanecer por muito mais tempo, a causa pode ser outra.

Febre alta

Entre os vários tipos de doenças e infecções que podem disparar um episódio de eflúvio telógeno, os casos que envolvem febre alta são alguns dos culpados mais frequentes.

A febre é um mecanismo natural de autodefesa do organismo, que identifica a presença de invasores e eleva a própria temperatura para tentar eliminá-los. Um dos recursos que o corpo usa para isso é a diminuição do fluxo sanguíneo da pele, para mantê-lo mais distante da superfície (onde ele perde calor com mais facilidade).

 

Pode ser que essa redução da alimentação sanguínea seja capaz de afetar os cabelos, ou que o próprio esforço de recuperação da infecção exija muito do corpo. A culpa pode ser também dos medicamentos utilizados durante a infecção: o ibuprofeno, por exemplo, é um antipirético (combate a febre) que pode causar queda de cabelos em alguns casos.

Hipertensão

A hipertensão (pressão sanguínea muito alta) podem desencadear a queda de cabelo por uma série de motivos. Além do impacto que a própria doença gera no organismo, vários quadros de hipertensão estão associados a baixos níveis de zinco no organismo, e alguns medicamentos anti-hipertensivos (como os beta-bloqueadores) também podem ser os culpados.

O primeiro passo nesses casos é garantir que a hipertensão seja tratada. Se a queda de cabelo persistir mesmo com a pressão sanguínea normalizada, vale conversar com o seu médico para verificar se há deficiência de zinco ou se a troca dos medicamentos (ou a diminuição da dosagem) pode ser realizada.

Hipertireoidismo

Quando os hormônios produzidos pela tireóide se encontram em níveis maiores que o normal, cria-se um quadro de hipertireoidismo. O metabolismo corporal fica acelerado e acredita-se que essa alteração pode se aplicar também aos folículos capilares, fazendo com que os ciclos de crescimento do cabelo sejam acelerados. Isso pode fazer com que os fios caiam numa velocidade maior do que o corpo é capaz de repor.

 

O hipertireoidismo pode causar pressão alta, insônia, inquietação, ansiedade, perda de peso e aumento no apetite. O tratamento mais comum é realizado com remédios que reduzem os níveis dos hormônios da tireóide (alguns quadros são tratados com beta-bloqueadores, que também podem provocar queda de cabelo).

Em alguns casos a glândula pode ser removida cirurgicamente ou destruída com o uso de iodo radioativo, e o paciente passa a tomar medicamentos contendo os hormônios que a tireóide produziria.

 

Em todos os casos a dosagem dos remédios deve ser acompanhada regularmente pelo médico, para evitar o risco de desenvolver o hipotireoidismo (que também causa queda de cabelo).

 

Hipotireoidismo

Hipotireoidismo é um quadro em que os hormônios produzidos pela tireóide se encontram em níveis menores do que o normal. A doença afeta o metabolismo corporal, e acredita-se que ela pode reduzir a atividade dos folículos capilares, fazendo com que os fios não cresçam com a mesma velocidade de sempre e deixando os cabelos mais ralos, secos e quebradiços.

Outros sintomas de hipotireoidismo incluem fadiga, sonolência, falta de energia, ganho de peso, prisão de ventre, fraqueza muscular e ressecamento da pele. Se você desconfia que pode estar com essa doença, procure o seu médico para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento. Confira também se os níveis de zinco no seu corpo estão normais, pois é comum que eles estejam diminuídos com o hipotireoidismo.

 

Assim que a atividade da tireóide é normalizada, os cabelos voltam a crescer normalmente. Mas é importante manter o acompanhamento médico para avaliar a necessidade de adaptação nas doses do medicamento ao longo do tempo (uma dosagem muito alta pode acabar gerando o quadro oposto, hipertireoidismo, que também pode provocar queda de cabelos).

Lúpus

Lúpus é uma doença que faz com que o sistema de defesa do organismo ataque os órgãos do próprio corpo. A sua manifestação pode ser sistêmica (envolver várias partes do corpo) ou restrita à pele. Vários casos de lúpus estão associados à queda de cabelo, mas é preciso que se investigue o caso com cuidado, pois existem muitas variáveis que podem interferir nesses casos.

Uma possibilidade é que a inflamação causada pelos episódios de atividade do lúpus façam o cabelo cair (nessas situações, assim que a crise é controlada os cabelos voltam ao normal). Porém, é preciso lembrar que alguns antiinflamatórios não esteróidescorticóidesanticoagulantes ou outros medicamentos utilizados podem ser os culpados por trás da queda dos fios – alguns remédios podem inclusive gerar quadros de sintomas similares ao lúpus, que são suspensos quando o tratamento é encerrado.

Também é possível que outras ocorrências relacionadas à manifestação do lúpus, como febreanemia e falta de apetite (levando a uma nutrição deficitária) e até mesmo o stress de lidar com a doença possam estar fazendo o cabelo cair. Por isso, a investigação do caso deve ser feita de forma criteriosa e paciente, eliminando suspeitas até chegar ao verdadeiro causador da queda de cabelo.

No caso do lúpus discóide (forma da doença que gera marcas circulares na pele), se as lesões no couro cabeludo forem agressivas e não receberem tratamento adequado, podem causar um tipo de calvície classificado como alopecia cicatricial, com dano permanente aos folículos capilares da área afetada. Em alguns casos é possível recuperar as partes calvas com um transplante capilar, mas o ideal é esperar que a inflamação esteja inativa e estável durante bastante tempo (um a dois anos) antes de considerar essa alternativa.

Micose

tinea capitis (ou tinha do couro cabeludo) é uma infecção causada por fungos que ocorre com mais frequência nas crianças, mas também pode afetar os adultos. Ela normalmente começa com áreas avermelhadas na pele, que progridem e formam regiões arredondadas de calvície. Elas podem vir acompanhadas de coceira, inflamação e formação de crostas. O contágio é feito pelo contato com pessoas, animais ou objetos infectados (como escovas de cabelo, chapéus ou travesseiros, por exemplo).

 

ptiríase versicolor é causada por fungos que habitam normalmente a nossa pele, mas podem se multiplicar demais e começar a causar problemas. Ela forma manchas amareladas (podem parecer esbranquiçadas devido ao contraste com a cor da pele) que podem envolver queda dos fios nas áreas atingidas e coceira. Acredita-se que alguns fatores genéticos, ambientais (clima quente e úmido) e alguns problemas de saúde (deficiências nutricionais, problemas imunológicos, dermatite seborreica e síndrome de Cushing) podem aumentar as chances de ocorrência do problema.

 

Em ambos os casos, o tratamento geralmente é realizado com antifúngicos sistêmicos (administrados em forma de comprimidos) e tópicos (como os shampoos de cetoconazol, que são comuns no tratamento da queda de cabelo). No caso da tinea capitis, é importante começar o tratamento o mais rápido possível porque ela pode causar lesões permanentes aos folículos capilares, provocando alopecia cicatricial.

Psoríase

psoríase é uma condição crônica (de fundo genético e autoimune) que geralmente causa lesões avermelhadas e com descamação na pele, podendo acometer várias partes do corpo (inclusive o couro cabeludo). Podem acontecer vários episódios ao longo da vida do indivíduo.

 

A queda de cabelo associada à doença costuma ser atribuída aos traumas físicos gerados pela coceira, ao impacto da inflamação, aos medicamentos utilizados para controlá-la (como alguns retinóides) ou até mesmo ao stress de ter que lidar com o problema. Mas em casos muito graves a doença pode causar lesões permanentes nos folículos capilares e provocar alopecia cicatricial.

 

Muitas vezes a psoríase é confundida com algumas micoses, o que pode atrasar o diagnóstico e o início do tratamento. Sabe-se que os portadores de doenças autoimunes podem ter maiores chances de manifestarem outras condições similares, como alguns tipos de hipotireoidismo, hipertireoidismo, diabetes e lúpus (doenças que também podem provocar queda de cabelo). Uma delas é a alopecia areata, que também provoca episódios recorrentes de calvície em áreas delimitadas. Além disso, quem tem psoríase também pode ter risco aumentado de desenvolver hipertensão.

Por isso é importante investigar o quadro com atenção e identificar a verdadeira causa do problema. Procure o seu médico, observe o padrão com que a queda de cabelos acontece e investigue se existem outros problemas de saúde que podem estar causando ou piorando o quadro.

Problemas na hipófise

Muitas das causas da queda de cabelos são relacionadas a diferentes hormônios. Portanto, se há algum problema com a hipófise, a glândula mestra que regula o funcionamento de várias outras glândulas do nosso corpo, é de se esperar que os desequilíbrios hormonais gerem vários problemas, incluindo a queda exagerada dos fios.

tireóide e as suprarrenais, por exemplo, dependem dos comandos da hipófise para produzirem seus hormônios. Problemas nessas glândulas podem gerar hipotireoidismohipertireoidismo e síndrome de Cushing – todas essas condições podem ter como sintoma a queda do cabelo.

 

A glândula também participa da produção dos hormônios femininos e masculinos, que quando desequilibrados podem provocar alterações menstruais ou interferir na manifestação da alopecia androgenética.

O diagnóstico de problemas na hipófise é bastante raro, e costuma ser feito através de exames de sangue e de imagem. O seu médico deve investigar o caso e determinar qual a melhor via de tratamento.

Problemas nas supra-renais

As glândulas suprarrenais (ou adrenais) são responsáveis pela produção de vários hormônios fundamentais, como o cortisol, a adrenalina e a testosterona, e regulam o processamento das gorduras, proteínas e dos níveis de sais no corpo.

Como essas funções afetam inúmeros aspectos do nosso organismo, pode ser difícil chegar ao diagnóstico exato. Por exemplo: alguns dos sintomas de baixa atividade das suprarrenais, como cansaço, fadiga e sonolência, podem ser associados ao hipotireoidismo ou anemia. A produção excessiva de alguns hormônios pode causar irregularidades menstruais e desenvolvimento de pelos faciais, sintomas que também podem gerar a suspeita de síndrome do ovário policístico. Todos esses casos podem gerar queda de cabelo.

 

Se houver excesso de cortisol no organismo, seja por algum problema das suprarrenais ou por excesso de medicação com corticóides, é possível desenvolver a síndrome de Cushing, que também pode fazer os cabelos caírem com mais intensidade. Já a produção exacerbada de hormônios androgênicos pode acentuar os quadros de alopecia androgenética.

 

 

Somente uma avaliação criteriosa realizada pelo seu médico, comparando os sintomas e solicitando exames para verificar a função das suprarrenais, é capaz de desvendar o que pode realmente estar por trás da queda de cabelo nesses casos.

Queimadura

As queimaduras podem causar queda de cabelo por duas vias diferentes. Uma queimadura séria, principalmente quando atinge grandes extensões do corpo, pode desencadear a ocorrência de eflúvio telógeno. Mas se ela afetar o couro cabeludo os folículos capilares podem sofrer danos permanentes, gerando um quadro de alopecia cicatricial.

 

A escolha do tratamento, nesse caso, deve considerar a extensão e a profundidade do dano causado pela queimadura. Em alguns casos é possível recuperar as partes calvas através de um transplante capilar, aproveitando os folículos das áreas que não foram atingidas.

 

Se a pele tiver sido muito danificada e os folículos transplantados não tiverem boas chances de sobrevivência, ou se o paciente não quiser ou puder passar por um procedimento cirúrgico por qualquer outro motivo, uma prótese capilar pode ser uma boa solução para o problema.

 

Sífilis

A sífilis é uma doença sexualmente transmissível causada por uma bactéria, que evolui em diferentes estágios no organismo. No primeiro deles, que começa alguns dias depois de o corpo ser infectado, surgem pequenas lesões na área genital e ínguas (áreas de inchaço) na virilha, que não costumam causar dor, coceira ou outros sintomas, e podem desaparecer sozinhas e sem deixar cicatrizes.

 

No segundo estágio, formam-se manchas avermelhadas na pele, que podem vir acompanhadas de febre e queda de cabelo. Os sintomas também podem sumir espontaneamente, mas a doença não está curada. Quando se atinge o terceiro estágio, a sífilis pode afetar o sistema nervoso e cardiovascular, causando complicações muito sérias que, se não tratadas, podem até levar à morte.

 

Como os sintomas mais leves podem desaparecer sozinhos, muita gente não dá a devida importância a eles, o que aumenta as chances de a doença se agravar e causar problemas mais graves. Portanto, se você observar qualquer sintoma parecido, deve procurar um médico o mais rápido possível para confirmar o diagnóstico.

A boa notícia é que é possível tratar e se curar da sífilis com antibióticos. A má notícia é que você pode voltar a se infectar no futuro se tiver relações sexuais desprotegidas.

 

Síndrome de Cushing

Causada pelo excesso do hormônio cortisol no organismo, a síndrome de Cushing pode ser provocada tanto pelo consumo excessivo de medicamentos corticóides quanto por problemas na produção de cortisol nas glândulas suprarrenais.

 

Além da queda de cabelo, outros sintomas são o acúmulo de gordura no corpo, formação de estrias na pele, dificuldade de cicatrização, irregularidades menstruais, cansaço e aumento da pressão sanguínea. Algumas mulheres podem desenvolver aumento dos pelos do rosto (hirsutismo).

Caso haja suspeita de síndrome de Cushing, é fundamental procurar o seu médico para avaliar os níveis de cortisol, confirmar o diagnóstico e tratar a causa correta do problema.

 

Tabagismo

Quem fuma já está cansado de ouvir sobre como isso faz mal à saúde e todas as doenças graves que podem surgir como consequência, incluindo algumas que podem levar à morte. Mas vamos adicionar mais um argumento à sua lista de motivos pra largar o cigarro: fumar pode causar queda de cabelo.

Já se sabe que o cigarro provoca envelhecimento precoce da pele (onde se encontram os folículos capilares), além de prejudicar o sistema circulatório (inclusive os pequenos vasos que sustentam os fios), poder causar danos ao DNA das células (o que pode prejudicar a reprodução das células que compõem o cabelo) e enfraquecer o sistema imunológico (deixando o corpo mais vulnerável a várias doenças que podem fazer o cabelo cair ainda mais).

Além disso, estudos já mostraram que fumar pode acelerar a manifestação da alopecia androgenética em pessoas que têm tendência a desenvolvê-la. Ou seja, se você é fumante pode acabar ficando calvo mais rápido!

 

 

Saiba mais sobre Follixin, um medicamento que promete acabar com problemas de queda de cabelo.

 

Follixin, o que é?

 

Follixin é um suplemento á base de biotina que tem o objetivo de combater a queda capilar. O produto é fabricado pela empresa multinacional Healwheel e chegou ao Brasil no segundo semestre de 2014.

 

O objetivo do Follixin é proporcionar os seguintes efeitos:

 

  • Estimular a circulação sanguínea no couro cabeludo;
  • Fortalecer os folículos pilosos existentes, reduzindo em até 80% a queda do cabelo;
  • Favorecer o crescimento de novos fios;
  • Nutrição e hidratação das células capilares.

 

O Follixin ficou conhecido após começar a aparecer em programa de TV com o nicho de saúde, como o Mais Você, da Globo por exemplo.

 

Muitos duvidam da capacidade do Follixin de combater á queda de cabelos. Porém, quando se trata de cabelos, existem milhares de produtos que possuem uma qualidade duvidosa além também de muitas histórias onde pessoas gastaram o que podiam e o que não podia com a esperança de recuperar seus fios de cabelo, e não tiveram qualquer resultado. Confira uma análise completa a respeito do Follixin:

Composição

A fórmula do produto é composta por 16 aminoácidos, que são blocos construtores de proteínas, que é exatamente do que nosso cabelo é feito. A composição desses aminoácidos é:

 

  • Glicina
  • Histidina
  • Isoleucina
  • Leucina
  • Lisina
  • Meionina
  • Fenilanina
  • Prolina
  • Serina
  • Treonina
  • Tirosina
  • Valina
  • Alanina
  • Arginiga
  • Aspartato
  • Glutamato

 

Sua fórmula também conta com algumas vitaminas para o cabelo, vitaminas como a Biotina que faz parte do complexo B e está diretamente relacionada ao metabolismo de gorduras, carboidratos e proteínas, além também de ser essencial para a boa saúde da pele, unha e principalmente dos cabelos. Também com Ácido Fólico, Colina e outros micronutrientes testados e aprovados para tratamento contra calvície.

 

O que o Follixin promete?

 

Para garantir que o produto seja realmente eficiente, Foxillin promete os seguintes benefícios:

  • Rejuvenescer os poros capilares:
  • Fortalecer os folículos e raízes dos fios:
  • Reduzir a queda dos cabelos em até 80%
  • Cabelos mais fortes e saudáveis.

 

O princípio do suplemento é trabalhar a solução da calvície agindo de dentro para fora. Isso porque os cremes e loções capilares nem sempre tem um bom efeito devido ao fato de fornecer apenas a ação externa já que o couro cabeludo pode não oferecer uma capacidade de absorção satisfatória para esses cosméticos. Ao trabalhar sobre os folículos capilares, ele acaba resolvendo o problema gerado pela fata de absorção e passa a ser capaz de proporcionar resultados mais eficientes.

A conjunto de 16 aminoácidos presentes em Follixin, incluindo entre eles ácido fólico, biotina, colinae e outros, são comprovadoramente eficientes para a resolução dos casos de calvicie masculina. Ao serem ingeridos, eles trabalham de maneira a fortalecer os fios presentes, atenuando as agressões sofridas no dia-a-dia, evitando sua queda e deixando-os mais bonitos e sadios, além de estimular o crescimento de novos fios.

 

Benefícios do Follixin

O mercado não costuma disponibilizar produtos que mostrem resultados satisfatórios em menos de 10 semanas de uso contínuo, principalmente por conta da influência do ciclo capilar, os processos e alterações no crescimento capilar são naturalmente demorados, assim, muitas pessoas acabam abandonando os tratamentos e depois culpando os produtos.

 

Resultados científicos comprovam que Follixin cumpre razoavelmente bem uma das principais promessas que o produto faz: crescer o cabelo. Ou seja, alguns processos como a alopecia cicatrial, invabializam o crescimento dos fios nas regiões afetadas, assim, nesse caso não é que nunca existirá uma solução medicamentosa possível para isso a não ser um transplante capilar, um procedimento caro. Assim, quando se diz que o Follixin faz crescer cabelo, não significa que o cabelo crescerá a qualquer momento e principalmente em áreas onde não possa existir cabelos. Na verdade, este termo de crescimento de cabelo refere-se ao aumento da espessura dos fios, pois a calvice provoca a minituariazação dos mesmos, o que os deixam imperceptíveis, ou seja, mesmo você não vendo os cabelos eles estão ali. Follixin não possui efeitos colaterais devido á sua composição.

 

Dessa maneira, sem dúvidas que o maior benefício oferecido pelo Follixin é o retardo da calvície, com resultados bem maiores que de seus maiores concorrentes, ou seja, Follixin é um produto com excelente custo benefício com resultados satisfatórios na maioria dos casos e excelentes para a minoria.

Contraindicações e Efeitos Colaterais

Até o momento não existe nenhum relato de efeitos colaterais que possam ser associados ao uso do suplemento. Porém, por uma questão de segurança convém que as gestantes, as lactantes e os menores de idade não façam o consumo do produto.

Também é indicado que os interessados não façam o tratamento de suplementação por conta própria, mas sim sob supervisão de um profissional da área.

Como ingerir Follixin?

O tratamento com a suplementação alimentar do Follixin se dá com a recomendação de consumir duas cápsulas por dia – sendo que os possíveis aumentos na dose devem ser indicados por um endocrinologista ou dermatologista. Os primeiros resultados podem ser vistos logo no primeiro mês do consumo, porém os resultados mais perceptíveis podem ser notados em 10 semanas.

A princípio não é preciso restringir o consumo nenhum tipo de alimento, porém os resultados de Follixin sempre serão melhores caso o interessado mantenha uma alimentação balanceada. Do mesmo modo que ter cuidado com o uso de produtos capilares ter higiene correta e evitar momentos de estresse colaboram para a manutenção dos resultados.

Vale lembrar que Follixin não “cura” o problema, mas atenua os danos que as agressões diárias provocam nos fios, portanto a melhor indicação é de fazer uso continuado do suplemento para garantir eficácia do tratamento e manter os resultados conquistados durante os primeiros meses de uso.

Garantia

Se está preocupado com a ideia de gostar ou não do produto, saiba que Follixin conta com a garantia “100% de Satisfação” que promete o seguinte: se após três meses de tratamento regular você não gostar do produto ou não estiver satisfeito, a empresa garante a devolução do dinheiro gasto com a aquisição do suplemento sem nenhuma burocracia, bastanto entrar em contato com a empresa e seguir as instruções para a devolução do produto, mesmo que o frasco esteja vazio.

Onde comprar?

O suplemento pode ser encontrado a venda através da internet pelo site oficial. Basta acessar, preencher os dados requeridos e aguardar pela oferta personalizada (pode inserir seu CPF sem problemas, é um procedimento padrão para compras online). Através do mesmo site, você também pode solicitar respostas para eventuais dúvidas que possa haver a respeito do suplemento e também da garantia e das formas de pagamento, como é o caso do Koin Pós-Pago.

 

O Koin Pós-Pago é um dos únicos modelos semelhante em funcionamento na América Latina. Com ele, você paga pelo Follixin somente após a entrega, sem que isso mude o prazo de chegada de sua encomenda ou tenha custos adicionais. No caso de se interessar por essa modalidade de pagamento, você receberá as instruções via email, para facilitar ao máximo sua transação.

Você pode pagar o produto no boleto (Koin Pós-Pago) ou cartão de crédito.

 

 

 

 

 

Vídeo sobre o follixin:

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